quinta-feira, 15 de agosto de 2013

CRESCIMENTO: O FATOR DESENCADEADOR DA SECREÇÃO DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO-GH (GHRH) PELA HIPÓFISE ESTÁ LOCALIZADO NO HIPOTÁLAMO É NECESSÁRIO PARA A SÍNTESE E ESTIMULAÇÃO DA PRODUÇÃO E LIBERAÇÃO DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO-GH – ENDOCRINOLOGISTAS – NEUROENDOCRINOLOGISTAS.

O hormônio de crescimento-GH é secretado e regulado por duas importantes substâncias orgânicas que modulam com precisão sua produção e estabilização no metabolismo humano, cuja localização desses desencadeadores que são dois está na região hipotalâmica secretora de hormônios. Talvez o mais importante seja a GH-realising hormone (GHRH) ou hormônio desencadeador de hormônio de crescimento-GH (GHRH), enquanto a outra substância é a somatostatin (somatostatina). GHRH-hormônio desencadeador de hormônio de crescimento-GH é necessário para a síntese e estimulação da produção e liberação do hormônio de crescimento-GH, enquanto a somatostatin (somatostatina) é uma substância moduladora e inibidora do hormônio de crescimento-GH. É estimulada a liberação do hormônio de crescimento-GH em resposta ao estresse, ao sono, exercícios, ingestão proteica e hipoglicemia. O hormônio de crescimento-GH possui sua concentração regulada com mais eficiência através de mecanismo de feedback. A regulação de seu próprio feedback ao nível da glândula pituitária e ao nível do hipotálamo é através de feedback negativo auto-regulador através do desencadeamento da secreção do hormônio liberador do hormônio de crescimento-GH (GHRH). Este fator desencadeador é também modulado por feedback negativo, através da inibição do IGF-1 em sua ação sobre o somatotrófo (somatotrófos ou somatotrópos são células da hipófise que produzem o hormônio do crescimento-GH
Estas células constituem 30 a 40% das células da adenoipófise. Elas respondem à liberação de GH em resposta ao estímulo do hormônio liberador do hormônio de crescimento-GH GHRH ou inibição da somatostatina, ambos vindos do hipotálamo através da veia porta hipofisária). A Ghrelina é uma proteína secretada pelo estômago. (A ghrelina (a partir do proto-indo-europeu "ghre" crescimento significado da raiz) é um hormônio produzido principalmente pelo estômago, que é definido como o receptor secretagogo ligando se naturalmente ao hormônio do crescimento (GHSR receptor de secretagogo de hormônio de crescimento). Além de estimular a secreção de hormônio de crescimento (GH) na pituitária, a ghrelina favorece a regulação do metabolismo energético. A administração de ghrelina em roedores leva ao aumento de peso corporal e adiposidade, pois este hormônio estimula certos neurônios do hipotálamo que levam a aumento do apetite. Também tem sido demonstrado ter efeitos anti-inflamatórios e antifibróticos em modelos murinos (relativo à rato) induzidos à fibrose pulmonar. Os níveis circulantes de ghrelina aumentam antes das refeições e diminuem após a ingestão de alimentos. Por isso, é popularmente conhecido como o "hormônio da fome". Levando em consideração suas funções a ghrelina não é a substância mais adequada para se perder a barriga, é apenas uma citação de que com a complexidade do hormônio de crescimento-GH a ghrelina interfere neste mecanismo, em geral complicando o metabolismo. É óbvio que existe uma substância antagonista que é a leptina (na obesidade, os níveis de leptina estão aumentados. Os animais que não produzem leptina tornam-se extremamente obesos). Além de seu conhecido efeito sobre o controle do apetite, evidências atuais demonstram que a leptina está envolvida no controle da massa corporal, reprodução, angiogênese, imunidade, cicatrização e função cardiovascular. 
Entretanto o hormônio de crescimento-GH não tem uma implicação direta sobre o metabolismo da leptina como acontece com seu oposto, isto é, com a Ghrelina. O tecido adiposo branco é responsável pela maior parte da leptina produzida pelo organismo. Outros órgãos produzem leptina em menor quantidade: epitélio gástrico (estômago), trofoblasto placentário (placenta), tecido adiposo marrom, músculo esquelético e glândula mamária. Seu pico de liberação ocorre durante a noite e às primeiras horas da manhã, e sua meia-vida plasmática é de 30 minutos. Os mecanismos bioquímicos e moleculares relacionados à síntese e à secreção deste peptídeo não estão, no entanto, completamente definidos No ser humano, o gene da leptina localiza-se no cromossoma 7q31, sendo produzida essencialmente pelo adiposo branco.


Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930


Como Saber Mais:
1. O hormônio de crescimento-GH é secretado e regulado por duas importantes substâncias orgânicas que modulam com precisão sua produção e estabilização no metabolismo humano, cuja localização desses desencadeadores que são dois está na região hipotalâmica secretora de hormônios...
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

2. A regulação de seu próprio feedback ao nível da glândula pituitária e ao nível do hipotálamo é através de feedback negativo auto-regulador através do desencadeamento da secreção do hormônio liberador do hormônio de crescimento-GH (GHRH)...
http://metabolicasindrome.blogspot.com

3. Outros órgãos produzem leptina em menor quantidade: epitélio gástrico (estômago), trofoblasto placentário (placenta), tecido adiposo marrom, músculo esquelético e glândula mamária...
http://colesteroltriglicerides.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Prof. Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Berne RM, Levy MN, Koeppew BM, Stanton BA. The hypothalamus and pituitary gland. Physiology. Fifth edition, 8/9.859. Mosby 2004; Farhy LS & Veldhuir (2003) Joint pituitary – hypothalamic and intrhypothalamic auto feedback construct of pulsatile growth hormone secretion. Am J Physiol. Integr Comp Physiol. 285: R1240-R1249; Dasgupta P (2004) Somatostatin analogues: multiple roles in cellular proliferation, neoplasisa and angiogenesis. Pharmacol & Therapeutics. 102: 61-85; Herbison AE (1988) Multimodal influence of estrogen upon gonadotrophin – releasing hormone neurons. Endocrine Rev. 19: 302-330; Ooi GT, Tawadros N, Escalona RM (2004) Pituitary cell lines and their endocrine applications. M;ol Cell Endocrinol. 228: 1-21; Forsyth IA & Wallis M (2002) Growth hormone and prolactin – Molecular and functional evolution. J Mammaru Gland Biol & neoplasic. 7: 291-312; Laron Z (2001) Insulin-like growth factor 1(IGF-1): a growth hormone. J Clin Pathol Mol Pathol. 54: 311-316; Woolfle J, Chia DJ, Massart Schlesinger MB, et al (2004) Molecular physiology pathology and regulation of the growth hormone insulin-like growth factos1 system. Pediatric Nephrol. 4: 1-18; Shefield–Moore & Urban R (2004) An overview of the endocrinology of skeletal muscle. Trends in Endocrinol and Metab. 15: 110-115; Zofková I (2003) Pathophysiological and clinical importance of insulin-like growth factor1 with respect to bone metabolism. Physiol Res. 52: 657-679.


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